O mundo está mudando para melhor!

O mundo está mudando para melhor!

Muitos profissionais estão formando uma corrente do bem e mergulhando em um novo jeito de encarar suas profissões.

O mundo está mudando, todos sabemos. Muitos dizem, talvez a maioria das pessoas, que esta mudança é para pior, e há muito acontecimento em todo o globo terrestre embasando essa tese.
Todas as civilizações tiveram o seu tempo de trevas, a sua, digamos, Idade Média, mas todas renasceram, deram a volta por cima. Se há o lado obscuro, há a luz. Se há os movimentos destrutivos, há muitas iniciativas de reconstrução. E é delas que falarei aqui.

Todo o tempo me acompanha uma inquietude: “O que o meu trabalho pode fazer, afinal, para colaborar para um mundo melhor?”

Para a minha alegria, venho percebendo que o mundo do branding está mergulhando em um processo sensacional de humanismo. Resolvi me dedicar e estudar profundamente o índice F.I.B (Felicidade Interna Bruta) e a Economia do Compartilhamento, considerada a próxima revolução econômica mundial, que só se torna possível através da Internet das Coisas, gerada pela mais moderna tecnologia.

Em ambos os movimentos, podemos perceber com nitidez que o universo governamental e corporativo está mergulhando em uma nova era e essa era, para a alegria dos que acreditam em um futuro melhor e mais equilibrado, nos trará uma vivência mais harmoniosa, um mundo possível.

Uma quantidade imensa de profissionais está deixando de lado salários pomposos e encarando de um novo jeito suas profissões. Uma imensa parcela dos jovens não tem como meta ser diretor ou CEO de empresas, ela quer compartilhar conhecimento e tarefas em Coworking (modelo de trabalho baseado em compartilhamento de espaço e expertise).

Trocam salários por mais tempo. Usar as suas economias para compras suntuosas está fora de questão, eles não querem bens, querem novas vivências. Preferem transporte público de qualidade e carona solidária a carros novos e possantes. Entre comprar um apartamento de luxo ou fazer um curso de extensão em algum lugar do mundo que possa lhe proporcionar novas experiências, ficam com a segunda opção. E ganham esse mundo compartilhando o carro, a moradia, o local de trabalho e um novo olhar. Um olhar menos materialista.
Acham que este relato está muito romântico? Lhes digo com segurança que não. As cartas já foram lançadas, podem pagar a aposta sem medo de prejuízo. Até porque a nova moeda será outra, menos financeira e mais humana.

Luciana Nunes
Estratégia – São Leopoldo

Redes Sociais:
Facebook
Facebook
Instagram