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Mais respeito, menos preconceito!

Mais respeito, menos preconceito!

Mais respeito, menos preconceito!

É comum em nosso cotidiano nos depararmos com inúmeras manifestações de preconceito. Referente a cor, religião, opção sexual, até mesmo com características físicas, como quando uma pessoa é muito alta ou baixa, gorda ou magra…

Vamos incutindo em nossas mentes alguns padrões do que é certo, belo ou adequado e tomamos estes padrões como verdades absolutas. Não conseguimos ver o outro como um ser humano diferente de nós, que pensa de outra forma, que possui outros gostos ou que faz outras escolhas.
Talvez vemos neste sujeito diferente uma ameaça as nossas verdades absolutas, pois fomos criados num mundo de dualidade, onde ou algo é certo ou errado, logo as diferenças ou são certas, de acordo com o que tomamos como nossa verdade, ou são erradas. E assim, o “pré-conceito” vai sendo construído.

Esse comportamento preconceituoso muitas vezes está tão enraizado na nossa maneira de agir que nem pensamos antes, apenas agimos, sem nos darmos conta de sua consequência.

Quando nos propomos a desconstruir nossas verdades absolutas, passamos a entender que não existe certo ou errado e sim percepções diferentes de uma mesma realidade, diferentes pontos de vista. A nossa verdade não é (nem precisa ser) a verdade do outro, e está tudo bem assim!
É fundamental aprendermos a nos amar e nos respeitar. Quando isso acontece, se torna muito mais fácil respeitar e amar o próximo, e assim o preconceito se desconstrói, pois ele não se sustenta, passa a ser infundado.

Vamos ensinar nossas crianças a se amarem mais, a se respeitarem mais, a viverem suas vidas de forma mais autêntica, para que assim elas entendam que é possível amar e respeitar o próximo, mesmo com suas diferenças e peculiaridades.

Cada vez que julgamos, nos baseamos unicamente na nossa experiência, e negamos a caminhada do outro, a escolha do outro e criamos um “pré-conceito” de como as coisas deveriam ser, levando em conta unicamente na nossa percepção.
Em contrapartida quando conseguimos ter respeito pelas diferenças e agir de forma mais empática, temos condições de dar ao outro o mesmo tratamento que gostaríamos de receber, construindo assim um mundo muito justo e livre de preconceitos.

Scheila Flech
Psicóloga
napvs.com.br

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