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Obesidade é caso sério!

Obesidade é caso sério!

Obesidade é caso sério!

A obesidade é um problema generalizado, de forma que reduzir os índices interessa a todos.

Em função da obesidade, gastos em saúde pública atingem valores de grandes proporções pois estão relacionadas às doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão, diabete mellitus, dislipidemia, entre outras.
Sabe-se que 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) é o custo da obesidade, enquanto que menos de 1% do PIB é gasto em ciência.
Entre as causas desta epidemia está o consumo de alimentos ricos em calorias vazias, ou seja, alimentos que ao ingerir possuem grandes quantidades de gorduras saturadas e açúcares simples, mas possuem baixo valor nutricional, oferecendo saciedade.
O consumo de bebidas açucaradas como refrigerantes, sucos artificiais, entre outras tem contribuído para aumentar as estatísticas de obesidade principalmente entre crianças.

Dados mostram que no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, está o maior percentual de pessoas adultas com sobrepeso do país.

Também é uma das capitais que tem maior consumo de refrigerantes, inclusive no país o consumo de refrigerantes tem reduzido, mas em Porto Alegre tem aumentado. No estado a estimativa é de que 75% dos adolescentes se tornem adultos obesos.
Se levarmos em consideração os dados, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, atualmente, em torno de 1,9 bilhões de adultos tem excesso de peso e que 600 milhões estão obesos. Quanto as crianças, a estimativa é que 41,9 milhões tem sobrepeso ou obesidade no mundo.

O comportamento alimentar adotado por grande parte da população, que trocou a alimentação tradicional composta por cereais, arroz, feijão e frutas por alimentos processados ricos em substâncias que fazem o alimento ter uma vida útil maior, mas sem qualidade, é uma causa importante, senão a principal.

O estilo de vida associado a compulsividade relacionada a problemas emocionais levam a um consumo alimentar exagerado.

Todos nós podemos passar por experiências estressantes e nosso corpo é preparado para lidar com isso. Porém, quando o estresse é exagerado e prolongado o nosso corpo pode sofrer alterações. Essas alterações vão ocorrer se começarmos a mudar nosso estilo de vida, ou seja, se deixarmos o estresse tomar conta, tal como deixarmos de conversar com amigos ou deixar de realizar nossa atividade física. Desta forma, o estresse prolongado pode enfraquecer os processos adaptativos do corpo e aumentar a suscetibilidade à doença. Uma das vias que o estresse aumenta a chance de doenças é pela boca.

Estudos comprovam que pessoas estressadas e que param de realizar os hábitos saudáveis que praticavam, aumentam cerca de 40% de ingestão calórica quando estressadas.

O importante nesses momentos é saber que uma das melhores maneiras de combater o estresse é voltar a sua rotina saudável ou migrar para uma rotina mais saudável que a anterior.
O estresse pode levar a obesidade e na ansiedade de emagrecer inicia-se a busca por dietas restritivas, esta prática leva a consumir mais gorduras, e consequentemente volta aumentar o peso e o risco de doenças crônicas. É um ciclo que parece não ter fim.

Quais estratégias tem sido feitas para reduzir ou combater a obesidade?
Campanhas, palestras, grupos, consultas, mas onde o problema deveria começar a ser combatido é dentro da escola com atividades permanentes e efetivas de educação nutricional.

Dependendo da classificação do estado nutricional são adotados diferentes tratamentos nutricionais, clínicos, psicológicos, uso de medicamentos até procedimentos cirúrgicos mais avançados.
A obesidade é um problema sério e deve ser entendida e tratada quando causa desconforto físico ou social e quando associada a doenças graves, mas como diz Matheus Rocha: “A chave para uma vida saudável não é só salada – é se poupar de todos os excessos”, e complementando, ser feliz!

Me. Claudia Denicol Winter – Nutricionista
Coord. e Prof. Universidade Feevale
Dr. Mateus Luz Levandowski – Psicólogo
Prof. UNISINOS

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