Ficar parado faz mal. Movimente-se!!

Ficar parado faz mal. Movimente-se!!

A prática de exercícios físicos propiciam a melhora da condição e do aspecto físico até a interação social, sem falar que também influencia positivamente no aspecto psicológico.

A falta de movimento é um fator de risco significativo para doenças como acidente vascular cerebral, diabetes e câncer.
Seja ao ar livre ou em ambientes fechados, de forma amadora ou praticando profissionalmente, maior ou menor duração, os especialistas recomendam incorporar exercícios na rotina desde a infância, tornando algo natural, que melhorará a qualidade de vida no futuro.

Em muitos países o hábito de permanecer ativo está em declínio, alerta a Organização Mundial da Saúde.
De acordo com a OMS, no mundo todo, 23% dos adultos e 81% dos adolescentes em idade escolar não estão ativos o suficiente.

Para mudar esta realidade, a OMS lançou, em junho deste ano, um novo plano para aumentar a prática de atividades físicas em 15% entre 2018 e 2030. Entre as medidas, o ponto central está em tornar os espaços públicos mais propícios aos exercícios para pessoas de qualquer idade.
No Brasil, desde 2002, a taxa de inatividade cresceu mais de 15%. As informações da mais recente pesquisa da OMS, de 2016, apontam que 47% dos brasileiros não se exercitam suficientemente.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, mostrou que 62,1% dos brasileiros com 15 anos ou mais não praticaram qualquer esporte ou atividade física no ano de 2015.
O que representa 100,5 milhões de pessoas. Falta de tempo foi apontado como principal motivo, com 38,2% dos sedentários citando essa razão.

Dos brasileiros ativos com idade a partir dos 15 anos, que praticam atividades no país, 40,2% citaram como principal motivo a qualidade de vida ou bem-estar. Outros 24,7% fazem exercícios tendo como meta principal melhorar o desempenho físico.

Entre as práticas adotadas, a caminhada está em primeiro lugar, sendo praticada por 49,1% das pessoas. Seguido de academia (16,8%) e musculação (6,1%). Andar de bicicleta, correr, jogar futebol, lutas, dança e vôlei também foram citadas na pesquisa.
Junto do alerta, a Organização Mundial da Saúde trouxe uma série de recomendações sobre a quantidade mínima de atividade a ser incluída na rotina diária de todas as faixas etárias:

Pessoas de 5 a 17 anos: realizar 60 minutos de atividade física vigorosa. Será melhor ainda se puderem superar este tempo.

Pessoas de 18 a 64 anos: aconselhados a praticar pelo menos 150 minutos por semana de atividade moderada em períodos não inferiores a 10 minutos.

Pessoas com mais de 65 anos: devem permanecer tão ativas quanto a saúde permitir. O ideal é que se exercitem três vezes por semana para melhorar o equilíbrio e evitar quedas.

Para todas as idades, o objetivo é aumentar gradualmente a duração, a frequência e a intensidade. Andar a pé, dançar ou trabalho doméstico são exemplos de atividades moderadas. Já quando se fala em grau vigoroso, são exercícios como correr, andar de bicicleta, nadar ou levantar pesos.

Andre Luis da Silva
Licenciado em Educacao Física – Feevale
Cursando Mestrado Profissional em Educação UERGS – Osório

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