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Terapia hormonal: sim ou não?

Terapia hormonal: sim ou não?

Terapia hormonal: sim ou não?

Os hormônios são proteínas produzidas no organismo para a regularização das nossas principais funções, desde a entrada da glicose nas células para nos dar energia até a saída do bebê do útero no momento do parto.

Com o passar dos anos sua produção diminui e vamos perdendo capacidade progressivamente. Esse processo é fisiológico,mas muitas pessoas podem ter piora importante  na qualidade de vida.

Homens e mulheres podem sofrer com os sintomas causados pelo declínio hormonal, perda de massa muscular, piora da memória e do sono, instabilidade no humor, redução do libido e do prazer nas relações sexuais são só alguns exemplos.

A terapia hormonal  já foi endeusada por muitos e condenada ao inferno por tantos outros e hoje atingiu o status que deve ter, o de um recurso muitas vezes  necessário, com seus prós e contras para cada indivíduo e que não deve ser descartada ou utilizada sem critérios.

Sabemos que tanto homens quanto mulheres podem se beneficiar dos hormônios com bioequivalência, aqueles que possuem a fórmula química mais próxima a da produzida pelo nosso organismo.

Sintomas causados pela deficiência hormonal podem desaparecer por completo após a reposição.

O estradiol, a testosterona e a progesterona natural micronizados são exemplos de hormônios equivalentes aos produzidos pelo nosso organismo. Eles conferem redução da perda de massa óssea, melhora da libido, da massa muscular, do sono. Estrógenos conferem ainda proteção do sistema cardiovascular, neuroproteção, melhora da atrofia urogenital e das perdas urinárias leves.

Em associação com a progesterona natural micronizada, temos até mesmo uma redução no risco de câncer de mama e endométrio.

Podem ser administrados de forma oral, transdermica ou injetável. Podem ser manipulados ou comprados prontos em farmácias.

Para podermos usufruir de todos os benefícios desse tratamento é necessária uma avaliação pormenorizadas do estado clínico de cada paciente, exames físico, laboratoriais e de imagem fazem parte do processo.

E a forma de conseguirmos uma melhora progressiva e consistente na qualidade de vida inclui atividade física, sono adequado, controle do stress, uma alimentação equilibrada, convívio com aqueles que amamos e atividades diárias que nos tragam satisfação.

Dra. Guísella De Latorre
Médica Ginecologista e Obstetra

*Este texto faz parte da edição impressa número 34 da Revista FundaMental.

 

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