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4 Passos Para Se Sentir Melhor de Acordo com a Ciência

4 Passos Para Se Sentir Melhor de Acordo com a Ciência

4 Passos Para Se Sentir Melhor de Acordo com a Ciência

Não adianta, às vezes não estamos nos sentindo bem. Não estamos “legais”. Trabalho, estudos, vida pessoal, tudo pode estar em ordem, mas chega um dia que simplesmente estamos para baixo. Todos podem se identificar com isso e é por esse motivo que a maioria de nós já possui alguns “rituais” para se sentir melhor. Alguns têm uma certa comida que os deixa melhor, outros precisam de uma comida preparada por uma certa pessoa. Para alguns pode ser um filme, uma série de TV. Alguns recorrem à passatempos ou esportes. Isso é muito específico e cada um sabe o que lhe faz melhor. Mas existem algumas dicas, alguns hábitos, ou rituais, que são garantidos de funcionar para qualquer um. Todas essas dicas são baseadas em pesquisas de neurocientistas que estudam como o cérebro funciona e quais mecanismos podemos usar para liberar as substâncias que causam nosso bem-estar.

1- Se pergunte: “Pelo que sou grato?”

Essa pode parecer uma coisa óbvia, que você já ouviu milhares de vezes, repetida nos mais diversos meios. Mas isso acontece por uma razão. Quando nos lembramos daquilo que somos gratos por, acabamos sentindo essa gratidão. Esse sentimento acaba por ativar áreas do nosso cérebro responsáveis pela produção de dopamina e serotonina, tendo um efeito parecido com o de muitos antidepressivos.

2- Tome decisões.

Não precisa ser uma decisão importante. Tome qualquer decisão. O seu cérebro não discerne entre o tamanho das decisões que você toma. Decida o que você vai fazer de almoço, decida sua janta, faça um plano para o seu dia inteiro. Decisões simples que não lhe causarão ansiedade. A tomada de decisões nos faz sentir em controle e afasta sentimentos como a ansiedade.

3- Coloque suas decisões em palavras.

Estudos feitos através de Ressonâncias Magnéticas Computadorizadas por cientistas da Universidade da Califórnia (UCLA) demonstram que quando descrevemos nossas emoções reduzimos seu impacto. Para a pesquisa, os neurocientistas pediram a pacientes que se lembrassem de eventos tristes ou traumáticos em suas vidas enquanto eram submetidos à ressonância. Ao lembrar dos eventos, diversas áreas do cérebro passavam a demonstrar atividade. No entanto, ao pedirem que os pacientes às descrevessem foi notado que a atividade naquelas áreas diminuía, e muito!

4- Procure contato físico.

Contato físico, como num abraço, impulsiona nosso cérebro a liberar uma série de substâncias que nos ajudam a sentir bem. Na realidade, essas substâncias são tão poderosas que pacientes demonstram até mesmo uma menor sensibilidade à dor após um abraço de cerca de 30 segundos. Ou seja, da próxima vez que se sentir mal, não mande apenas uma mensagem, marque um almoço, uma janta, encontre-se com seus amigos. Ver um amigo frente a frente pode fazer toda diferença.

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