post-title Janeiro Branco – Por Uma Cultura de Saúde Mental

Janeiro Branco – Por Uma Cultura de Saúde Mental

Janeiro Branco – Por Uma Cultura de Saúde Mental

Janeiro Branco – Por Uma Cultura de Saúde Mental

Quando descobrimos que alguém sofre de algum transtorno mental, como depressão ou TOC, a resposta mais comum é: “Mas ele parecia tão bem.” 

Transtornos mentais não são visíveis. Quando alguém quebra um braço é fácil de dizer, vemos o gesso, a tipóia, já imaginamos o quanto aquilo doeu. Quando alguém está gripado o espirro logo denuncia, sabemos o quanto aquela pessoa deve estar se sentindo mal. Quando o problema é psicológico as coisas não são tão simples.

É isso que a campanha do NAP (Núcleo de Atendimento Psicológico) tenta trazer à tona esse mês.

Não é possível ver que alguém sofre com esses transtornos. Quando ouvimos falar de depressão logo imaginamos alguém que chora a todo momento, que anda cabisbaixo e triste, ou fica preso em um quarto escuro por horas a fio. Mas a verdade está longe disso. Muitas vezes aqueles que mais sofrem são aqueles que melhor escondem a doença. Do lado de fora tudo parece bem, já por dentro tudo está desabando.

Certas vezes, nem aquele que sofre com o transtorno sabe, ou admite, isso. É comum alguém que sofre com depressão falar para si mesma que aquilo é normal, que mais pessoas devem sentir-se assim. O mesmo acontece com pessoas que sofrem de ansiedade, compulsões e todo outro tipo de doença mental.

Por isso o Janeiro Branco visa promover uma cultura de saúde mental. A campanha tem o intuito de convidar pessoas à procurar auxílio psicológico e também de desmistificar a forma como transtornos psicológicos são abordados. Muitas pessoas não buscam tratamento pelo estigma associado à esse tipo de doença. Por isso é tão importante que falemos sobre elas. É preciso começar a tratar a doença mental como tratamos transtornos físicos. É preciso que percebamos que muitas vezes o sofrimento trazido por um braço quebrado é muito menor que aquele trazido pelas doenças da mente.

Se você se interessa pelo assunto assista ao vídeo da campanha, acesse o site do NAP e confira também nosso artigo com dicas de filmes para entender transtornos mentais!

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